[Superliga] Com trabalho intenso de preparação física, Sada/Cruzeiro se livra de lesões, mesmo com maratona de jogos

Neste domingo (10), às 9h40, Sada Cruzeiro e Brasil Vôlei Kirin se enfrentam na final da Superliga Masculina, em Brasília, no último compromisso dos clubes em 2015/2016. Após uma intensa e exaustiva temporada causada por um calendário mais enxuto por causa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e uma maratona de competições, viagens, treinos e jogos que fazem parte da rotina, as equipes também precisam lidar com as lesões e na rápida recuperação dos atletas.

Campinas, que jogará a sua primeira final da Superliga, foi uma equipe  que sofreu ao longo da temporada com contusões:  o oposto Wallace e os ponteiros Piá e Lucas Lóh foram um dos que frequentaram o departamento médico. Aliás, os ponteiros ainda se recuperam, Lóh sofreu uma torção no tornozelo na disputa da segunda partida da semifinal diante de Taubaté e Piá se recupera de um estiramento na coxa. O jogador jogou a terceira partida da semifinal no sacrifício e faz um tratamento intensivo nessa luta contra o tempo. “Ainda sinto um pouco de dor, mas estou evoluindo. Se eu estiver como nos últimos dias, acho que dá para ir sim”, falou Piá sobre a final de amanhã.

Do outro lado, a equipe cruzeirense chega para sua sexta final consecutiva com seus principais jogadores em plenas condições para clube buscar mais um título, que seria o sexto da temporada, já que a equipe conquistou o Campeonato Mineiro, Copa do Brasil, Supercopa, Sul-americano de Clubes e o Mundial de Clubes. Esse alto de rendimento e preparo físico da equipe mineira chama a atenção, o que torna o Sada/Cruzeiro referência dentro e fora das quadras.

Com uma super equipe, compostas pelos fisioterapeutas Alysson Zuin e Daniel Borneli, o assistente de preparação física João Filipe de Paula, o preparador físico Fábio Correia, além do médico Sérgio Campolina e o massagista Jaílson Silva, o trabalho é realizado com muita conversa e entrosamento, afinal, são quatro anos assim. Conversamos com Zuin e ele nos explicou um pouco mais sobre como esse processo funciona.

“Na apresentação[quando os atletas estão voltando de férias] a gente começa com uma avaliação médica geral e uma bateria de exames e vemos se é necessário fazer algo antes dele ir treinar com a bola. São oito semanas de trabalho progressivo para dosar a carga e preparar para o esforço que eles vão desempenhar. Depois, diariamente vamos acrescentando exercícios preventivos e trabalhos específicos, além disso, sabemos quando temos a necessidade de diminuir a carga e/ou intensidade”, concluiu Zuin.

Os jogadores não estão lesionados, mas isso não significa que eles não sintam dor.  Ao serem questionados sobre qual foi a última vez que entraram em quadra sem uma dor ou um desconforto, os atletas foram unânimes em responder que não lembravam desse [feliz] dia. Vida de atleta de alto rendimento não é fácil!

foto cru web

-A comissão faz um intenso tratamento físico com os atletas. [Foto:Cruzeiro Web]

[Foto de Capa: Renato Araújo/Divulgação Sada/Cruzeiro]

 

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