[Superliga] Com direito a set mais longo da temporada e definição no quinto set, Sesi vence Taubaté e provoca quarto jogo

Nada definido no confronto entre Funvic Taubaté e Sesi SP. Nesta sexta-feira(21),  as equipes entraram em quadra pelo terceiro jogo da série melhor de cinco da semifinal da Superliga Masculina, no ginásio do Abaeté, em Taubaté(SP), que poderia definir o confronto, já que o time do interior paulista vencia por 2 a 0.

Porém, em um jogo muito disputado e com um primeiro set com 41 minutos de duração, o maior dessa edição da Superliga,  o Sesi venceu, fora de casa,  por 3 sets a 2, parciais de (37×35, 21×25, 19×25,25×21 e 15 x 10), levando a disputa para o jogo 4. A partida será na quinta-feira(27), às 19h30, no ginásio Lauro Gomes, em São caetano do Sul (SP), com mando de campo do Sesi.

Em partida em que os opostos lideraram suas equipes, o oposto Théo, do Sesi, marcou pontos em todos os fundamentos, 27 no total, sendo dois de ataque, dois de saque e 23 de ataque, e foi eleito o melhor jogador do confronto, com 15% de votação, que é realizada  em voto popular no site da Confederação Brasileira de Vôlei(CBV).

O jogo

A equipe de Taubaté começou arrasador, com dois pontos de bloqueio e ace de Lucarelli (3×0). O time mandante foi se mantendo à frente do placar com o dobro de pontos do adversário (8×4). Com o decorrer do set, o passe foi chegando melhor nas mãos do levantador Bruno, que pôde distribuir melhor as jogadas e diminuir a desvantagem (12×11).  Comandados pelos ataques de Wallace, o Funvic voltou a crescer no set e abrir vantagem, após mais um bloqueio, o quarto da equipe (16×13). Do outro lado, o saque apareceu e, com dois pontos diretos nesse fundamento do central Lucão, o Sesi voltou para o jogo (20×18). É verdade que Taubaté teve duas bolas para fechar o set (24×22), mas o adversário reagiu e foi a vez dos visitantes terem a chance de fechar o set (26×27). O equilíbrio se restabeleceu e os dois times desperdiçaram boas chances de encerrar o set, que só foi decidido no bloqueio simples de Théo, após 41 minutos, com o placar de (35×37).

2º set

Assim como aconteceu na parcial anterior, o Funvic Taubaté iniciou melhor e liderando o marcador com boa margem (5×2). O saque, do Sesi voltou a funcionar e o time diminuiu o prejuízo (14×13). Determinados a não deixarem os visitantes reagirem novamente, os mandantes voltaram a ditar o ritmo do set, com destaque para o oposto Wallace, destaque no ataque, que com muita variação, ora ataque explosivo, ora explorando o bloqueio adversário, manteve o seu time à frente (19×16). O time do interior paulista seguiu cometendo poucos erros, foram seis ao longo do set contra nove do adversário, e se encaminhou para fechar o set em 27 minutos, após erro de ataque de Murilo (25×21).

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– Com 27 pontos( 2 de ataque, 2 de bloqueio e 23 de ataque), o oposto Théo foi o maior pontuador do confronto e recebeu o troféu VIva Vôlei. (Foto: Bruno Miani/CBV)

3º set

Os mandantes começaram à frente, com Lucas Lóh marcando ponto no bloqueio e no contra-ataque (6×4). No erro de Éder, a parcial empatou (9×9).  Com os times sendo liderados pelos opostos, Wallace, por Taubaté, e Théo, do lado do Sesi, o ataque de ambas as equipes se sobressaia sobre o bloqueio (13×10). Com os ponteiros do Sesi tendo dificuldades com a recepção do saque, sobretudo dos saques de Lucarelli, o treinador Marcos Pacheco colocou Fábio e Alan para jogar, nos lugares de Vaccari e Murilo. Porém, demonstrando muito volume de jogo, Funvic seguiu dominado o placar (20×15) e, com boa margem, fecharam o set por (25×19), em 25 minutos, virando o jogo para 2 sets a 1.

4º set

Rafa, levantador reserva do Sesi, começou o quarto set como titular. Quando a bola subiu, os times se revezavam na liderança do placar. Com dois pontos consecutivos de saque de Riad, o time visitante abriu dois pontos (9×11). Théo, bastante acionado, cravava a bola no chão e dava segurança na virada de bola (12×16). Com o jogo chegando nos momentos decisivos, a rivalidade foi crescendo e seguiu com muita reclamação dos times, o que gerou um cartão amarelo para Fábio, jogador do Sesi.  Se o time da casa pouco errou na parcial anterior, nesse set foram 11 erros de Taubaté, contra apenas cinco dos visitantes, o que dificultou uma possível reação (23×18). Após outro longo set, 31 minutos, o Sesi fechou em (21×25), levando a decisão para o quinto set.

5º set

O início do set decisivo começou melhor para os visitantes que, no erro de Éder, foram para a troca de lado de quadra com dois pontos à frente (6×8). Com Théo chamando a responsabilidade e marcando pontos de ataque atrás do outro e pontuando também no bloqueio, o Sesi foi ampliando a vantagem (6×10). Do outro lado, Wallace tentava recolocar o Taubaté no jogo (10×13). Porém, no bloqueio de Lucão, o Sesi deu números finais ao set (10×15) e ao jogo por 3 sets a 2 para os visitantes.

Equipes:

Funvic Taubaté: Rapha, Wallace, Lucas Lóh, Lucarelli, Otávio, Éder e o líbero Mário Jr.

Entraram:  Japa, Gelinski, Renan, Matheus.

Técnico: Cézar Douglas

Sesi SP: Bruninho, Théo, Murilo, Vaccari, Lucão, Riad e o líbero Serginho.

Entraram: Rafa, Alan, Fábio, Leitzke e Johan.

Técnico: Marcos Pacheco

[Foto: Bruno Miani/Inovafoto/CBV]

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[Superliga] Em jogo equilibrado, Sesi vence Campinas no tie break e termina o turno em 3º lugar

Foi dada a largada para a 11ª e última rodada do turno da Superliga Masculina de Vôlei 2015/2016. Nesta segunda feira (21), o SESI- SP venceu o BRASIL KIRIN/CAMPINAS, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo (SP). Em confronto muito equilibrado, os donos da casa levaram a melhor no tie-break, com parciais de 17×25,25×21,29×27,21×25 e15x7, e terminaram a primeira fase da Superliga com 22 pontos, em 3º lugar. Já Campinas, mesmo com a derrota, somou um ponto e encerra o turno com 20 pontos na tabela. Agora, as equipes só voltam à quadra no dia 9 de janeiro, com a 1ª rodada do returno.

O JOGO

As equipes entraram em quadra forçando o saque e cometendo muitos erros. No primeiro tempo técnico, Campinas liderava por dois pontos (6×8). Quando o saque dos visitantes finalmente entrou, dificultou a recepção do Sesi, e a vantagem campineira aumentou (12 x 16). O técnico do Sesi, Marcos Pacheco, promoveu a inversão do 5×1, com a entrada do levantador Vinhedo e o oposto Rafael nos lugares de Théo e Thiaguinho, mas os donos da casa permaneceram com dificuldades na virada de bola (14×20). Aproveitando o excesso de erros dos jogadores do Sesi,13 no total, o Brasil Kirin fechou sem dificuldades por (17×25), em 23 minutos.

2º set

O Sesi voltou para o segundo set com uma nova postura e sendo mais agressivo no saque. A tática deu certo e os donos da casa chegaram ao tempo técnico à frente (8X6). Na ótima sequência de saques do oposto Théo, o Sesi ampliou o marcador e chegou na segunda parada técnica com margem (16 x 11). Após longa troca de bolas com direito a belas defesas dos líberos Brendle, de Campinas, e Serginho, do Sesi, o ponto terminou com ataque de Piá (18 x 14).  Com ótima vantagem, os paulistas se encaminharam para fechar o set (24×19), Campinas tentou uma reação (24×21), mas Théo, destaque do set, deu números finais ao set (25×21), em 29 minutos.

3º set

O set começou com as equipes se alternando à frente do placar. Após linda defesa do líbero de Campinas, a equipe abriu dois pontos (3×5) e manteve até a parada técnica (6×8). Depois de três pontos consecutivos (7×11), o técnico Pacheco pediu tempo para tentar ajustar sua equipe. Na segunda parada obrigatória, os visitantes lideravam por quatro pontos (12×16). Após a paralisação, a equipe campineira manteve a boa margem (16×22), mas, com o setor defensivo bem e com uma ótima sequência de saques de Aracajú, o Sesi diminuiu a desvantagem para apenas dois pontos (20×22). Com a confiança de volta, os donos da casa foram empatar o set (24×24) e no contra-ataque, Thiago Alves colocou o Sesi à frente (27×26) e com essa bela reação, o Sesi venceu por (29×27), em 34 minutos.

4º set

Foi o início de set mais equilibrado, com o Sesi chegando ao primeiro tempo técnico com vantagem mínima (8×7). Na volta do jogo, Campinas voltou mais ligado e marcou quatro pontos consecutivos para tomar a liderança (8×11). Na parada, os visitantes venciam tinham três pontos à frente (13×16). Assim como aconteceu no set anterior, o Sesi foi buscar o placar desfavorável (19×20), porém, desta vez, Campinas não permitiu a virada e fecharam o set (21×25), levando o jogo para o quinto set.

5º set

O set decisivo começou com o Sesi forçando o saque, com o oposto Théo, dificultando a recepção adversária e forçando o técnico Alexandre Stanzioni pedir tempo logo no início (4×2).  Na virada de lado, os donos da casa tinham o dobro de pontos do adversário (8×4). Apresentando um ótimo volume de jogo, o Sesi manteve com ótima vantagem (14×7) e no saque de Aracajú, a equipe fechou o set (15×7) e o jogo por 3 sets a 2. O capitão e ponteiro Murilo, da equipe vencedora, ficou com o troféu Viva Vôlei, como melhor da partida.

[ Foto: Divulgação Sesi SP]

EQUIPES:

SESI SP: Thiaguinho, Murilo, Douglas, Aracajú, Gustavão, Théo e Serginho

Entraram: Vinhedo, Rafael Araújo, Johan, Douglas Pureza, Thiago Alves

Técnico: Marcos Pacheco

BRASIL KIRIN/CAMPINAS: Jotinha,Maurício, Piá, Wallace,Lucas Lóh, Luizinho, Thiago Brendle

Entraram: Ygor Ceará, Michael , Vini, Olteanu

Técnico: Alexandre Stanzioni

 

SUPERLIGA 2012/2013- A final que eu vi

por Luara Herédia

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                      Todo mundo já sabe o resultado da final da Superliga Masculina. Vitória de virada do RJX  para cima do SADA/ CRUZEIRO por 3 sets a 1( 15 x 25, 25 x 18, 25 x 18 e 25 x 14) e o fim do jejum de 32 anos de uma equipe carioca sem títulos. Então, resolvi contar sobre como foi assistir de perto a final dessa competição. Um post bem pessoal, mas como é um blog, “tá” valendo…

IMG_3130 Ao contrário de todos os outros jogos dessa edição da Superliga em que assisti e fui como “imprensa”, fui ao ginásio do Maracanãzinho com convite para assistir ao jogo na torcida do time mineiro.  As  8h20min já estava na porta do ginásio, por recomendação da CBV( CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL) que recomendou a semana inteira chegar cedo para evitar filas, mas parece que todo mundo resolveu seguir a recomendação e o resultado foi filas formadas no portão 12, destinada a torcida cruzeirense. Uma espera de 20 minutos na fila e pronto. Entrada liberada para procurar um lugar.

Já dentro do Maracanãzinho a espera de uma hora para o início da partida foi animada por  vídeos dos bastidores da partida e por animadores que com o auxílio dos telões interagiam com o público e faziam uma tentativa atrás da outra para conseguir fazer um  Harlem Shake….

Voltando a partida, às 10h os protagonistas entraram. Primeiro o time visitante, SADA/ CRUZEIRO entrou. Pronto, começava oficialmente a festa, a torcida celeste cantava o hino do time e músicas adaptadas do estádio de futebol para os ginásios.

A outra parte do ginásio vaiava e em poucos minutos a vaia virou apalusos e gritos de ” erre jota  xis”.Pronto, era hora do time da casa entrar e saudar a torcida. Ao som dos batedores e uma torcida que dominava o Maracanãzinho, o RJX entrou para a disputa da final.   IMG_3140

Bola em jogo. Já estava sentada naquelas cadeiras apertadas e pouco confortáveis do ginásio preparada para um jogo equilibrado com 5 sets e 3 horas de duração( no mínimo), afinal, era o atual campeão da Superliga, um dos melhores times do Brasil contra o primeiro colocado da fase classificatória , praticamente a base da seleção brasileira,mas não foi isso que aconteceu. Os quatro sets disputados na final foram bem diferentes do que imaginei, os placares estranhos mostravam ampla vantagem , doce ilusão a minha esperar que algum set ficasse em 24 x 24 e daí fosse para a emocionante disputa para quem abrisse dois pontos primeiro e fechasse o set.

No primeiro set, o SADA entrou mostrando o porque que eles eram os atuais campeões brasileiros, sul-americanos e vice campeões mundiais( se não fosse uma equipe italiana….) e  que queriam o bicampeonato. Com a recepção perfeita de Serginho, Filipe e Leal, o “el mago”, William podia escolher com calma e maestria para quem  distribuir cada bola. Wallace e Leal , voavam e seus ataques e pelo meio não havia bloqueio que parava Douglas Cordeiro e Rogério. Resultado: 25 x 15 para o time mineiro.

Início do segundo set e foi a vez do  RJX  mostrar suas garras, o time logo  abriu 3 x 0. Bruninho, logo levantou a sobrancelha e com apetite de bola, o rei da Superliga ( o levantador já tinha conquistado 5 títulos) mostrou que queria mais um. Aproveitando o seu entrosamento com o time, a maioria  já tinha um entrosamento desde os tempos de CIMED e de seleção brasileira, a equipe se ajustou.  Mario Júnior passava as bolas com maestria para Bruno, assim, as bolas  do levantador chegavam com perfeição para os atacantes, Théo, Thiago Alves pontuavam. Os centrais Riad e Lucão faziam pontos pelo meio.

 Foto:  Melhor do Volei

Foto:      Melhor do Volei

O ponteiro Dante, caçado pelo saque dos adversários no primeiro set se ajustou. Era difícil achar um ponto fraco no time carioca. Jogando solto o time abria vantagem no placar. Fim de set: 25 x 18, RJX  e 1 set a 1 na final.

  No terceiro set, a mesma história do set anterior se estendeu. RJX voando e um SADA acuado pelo adversário. A recepção do CRUZEIRO já não era mais a mesma, as bolas chegavam com dificuldades para William e o técnico Marcelo Mendez foi trocando suas peças. O levantador Daniel, o oposto Sanchez  e o ponteiro Maurício entraram, mas as novas peças também não funcionara. A torcida tentava animar o time, mas o RJX dominava a partida e quem vibrou no fim do terceiro set foi a torcida carioca. 25×18, RJX mesmo placar do set anterior, mas agora a vantagem nos sets era do time da casa: 2 sets a 1.

Para o CRUZEIRO era entrar com garra, conquistar o quarto set e levar a disputa para

 O ponteiro Thiago Alves foi eleito o melhor jogador da final. Foto: Melhor do Vôlei

O ponteiro Thiago Alves foi eleito o melhor jogador da final.      Foto: Melhor do Vôlei

o tie- break, porém, do outro lado a experiente equipe carioca queria fechar logo a partida e levantar a taça. E foi isso que aconteceu. Tudo dava certo para a equipe do técnico Marcelo  Fronckoviak. Saque, ataque,bloqueio… tudo. Tudo que o SADA pensava em fazer era parado pelo RJX. O placar foi logo se expandido, a torcida carioca já ecoava um grito de ” é campeão” antes mesmo do vigésimo ponto do time. E parecia dentro de quadra que os jogadores mineiros já concordavam com o coro que ecoava no Maracanãzinho.

O time mineiro conhecido pela torcida por ” guerreiros celestes” não sabiam mais o que fazer para parar o adversário e a impressão que ficou era que eles já reconheciam que a batalha estava perdida. No ace do oposto Théo o set terminou em incríveis 25 x 14. Fim de jogo 3 sets a 1 e fim da Superliga 2012/ 2013. Após 32 anos, o  Rio de Janeiro voltou a ser campeão da Superliga Masculina.

 Thiago Alves, Théo e Bruninho comemoram mais um título. Parceira que já vem desde os tempos de CIMED. Foto: Melhor do vôlei

Thiago Alves, Théo e Bruninho comemoram mais um título. Parceira que já vem desde os tempos de CIMED. Foto: Melhor do vôlei

Parabéns para  O RJX, o título só confirmou a boa campanha do time durante todo o campeonato.Parabéns também para a equipe do SADA/ CRUZEIRO, o time é a equipe mais regular do Brasil e o vice campeonato não apaga  a campanha vitoriosa do time ao longo dos quatro anos de projeto. Que venha a SUPERLIGA 2013/2014!

Fotos: Melhor do Vôlei e Arquivo Pessoal

SUPERLIGA 2012/ 2013 ( SEMIFINAL)- VIVO/ MINAS provoca o terceiro jogo no duelo contra RJX

por Luara Herédia

           

                O SADA/ CRUZEIRO já está na final da SUPERLIGA, mas o time mineiro vai precisar esperar o terceiro jogo das semifinais entre RJX x VIVO/ MINAS, para saber quem será seu adversário. No primeiro jogo entre essas duas equipes, a vitória foi para o RJX por 3 sets a 2, um dos melhores jogos dessa edição da competição. No segundo confronto, em Belo Horizonte, o time mineiro venceu pela primeira vez o RJX nessa temporada.  Para a equipe minastenista era vencer e continuar na competição e foi isso que aconteceu, impulsionada pela torcida que lotou o ginásio do Minas Tênis Clube. Dentro de quadra o time apresentou   muito volume de jogo e não  deu chances para o adversário. Vitória por 3 x 0. Parcias de 25 x 21, 27 x 25 e 25 x20.

           Pelo lado do RJX, insatisfeito com o seu time, o técnico Marcelo Fronckowiak tirou no decorrer da partida o central Lucão, um dos responsáveis pela vitória no primeiro duelo. As duas equipes voltam a se enfrentar, no ginásio do Maracanãzinho na próxima sexta- feira.

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                                         FOTO: CBV

 

O JOGO:

                O Minas foi para o jogo com o levantador Marcelinho e o oposto Filip contundidos( Marcelinho não treinou durante a semana). Filip fez o primeiro ponto do jogo. No erro de jogada do Minas, o jogo ficou empatado: 1 x 1. O oposto Théo cometeu os dois toques e o juiz parou a jogada e deu ponto para o time mineiro: 3 x 2. Após saque forçado de Filip, o ponteiro Lucarelli marcou : 5 x 3, Minas. No primeiro tempo técnico a equipe do VIVO/ MINAS tinha o dobro de pontos do adversário: 8 x 4. As duas equipes forçavam muito o saque e com isso cometiam muitos erros.  Após rally, o RJX diminuiu a diferença do placar com Dante: 9 x 7.  O ponteiro do RJX foi para o saque e conseguiu um ace: 10 x 9, Minas. Lucarelli, pelo meio fundo  fez: 12 x 10 para o time da casa. Théo, no ponto de saque deixou tudo igual no set: 12 x 12. Filip, com um ace deu a vantagem de dois pontos para a equipe minastenista: 14 x 12. Lucarelli, pela entrada de rede ampliou a vantagem do placar para três pontos: 15 x 12, o técnico do RJX, Marcelo Fronckowiak, parou a partida. Na bola de segunda  de Marcelinho, o placar era  16 x 13 a favor do time mineiro.

                Henrique, no bloqueio aumentou para quatro pontos a vantagem mineira : 17 x 13. Após erro de jogada da equipe carioca, Fronckowiak parou novamente o jogo: 19 x 14, Minas. Thiago Alves , na jogada fundo- meio diminuiu a desvantagem no placar:  19 x 16, Minas.  Horacio Dileo pediu tempo.  Após erro de recepção, o  levantador Bruninho  cometeu infração, dando um ponto de graça para o adversário: 21 x 16.  Guilherme e Da Silva entraram no time carioca no lugar de Théo e Bruno. O bloqueio triplo do RJX , parou o ataque de Filip: 23 x 20, Minas. Lucarelli fez o Minas voltar a pontuar: 24 x 20. Da Silva marcou para o RJX: 24 x 21.  NO erro de saque do adversário, o Minas fechou o primeiro set: 25 x 21.

 2º set

                O RJX marcou o primeiro ponto do set no erro de saque do adversário. O Minas passou na frente no erro do oposto Théo: 2 x 1. No bloqueio com Dante , o RJX assumiu o placar: 3 x 2. Quiroga abriu dois pontos de vantagem para o time da casa : 5 x 3. O  time do RJ empatou o set  no erro da equipe mineira: 5 x 5. Thiago Alves, explorando o bloqueio colocou a equipe carioca na frente: 7 x 6. No primeiro tempo técnico o placar era: 8 x 7 para o o RJX.  Théo, marcou o décimo ponto do time carioca: 10 x 9. Maurício colocou o Minas na frente do placar: 11 x 10. No erro do central Lucão, o  VIVO/ MINAS abriu dois pontos :13 x 11, provocando um pedido de tempo do técnico do RJX.  Na largadinha, Quiroga  marcou mais um ponto para o Minas  14 x 12. Na segunda parada técnica o placar era 16 x 14 para o time da casa.

                 No contra-ataque, Riad marcou para a equipe carioca: 16 x 15, Minas. No erro de recepção de Lucareli, o ponto foi do RJX 17 x 16. No bloqueio de Dante, o set ficou empatado: 17 x 17, o técnico Horacio Dileo, gastou o tempo técnico. No ace de Bruninho, o RJX passou na frente do placar: 19 x 18. O Minas errou o ataque e na sequência foi parado pelo bloqueio carioca, com isso os visitantes abriram três pontos: 21 x 18.  Empurrado pela torcida, o VIVO/ MINAS  empatou o set: 21 x 21. No saque de Lucarelli,  o Minas passou na frente 22 x 21.  O levantador Bruninho cometeu os dois toques e o Minas  e abriu dois pontos: 23 x 21. O líbero do Minas errou o levantamento  23 x 22, Minas.  Após saque de Lucão, o jogo ficou novamente empatado: 24 x 24. Quiroga desperdiçou a bola do set e o jogo seguiu empatado 25 x 25. Filip deu a vantagem para o Minas: 26 x 25. Lucarelli no contra-ataque  fechou o set em 27 x 25.

         3º set

                     O set começou no erro de saque de Lucão: 1  x0. O central Maurício cometeu os dois toques e o jogo ficou empatado: 1 x 1. As duas equipes erravam muitos saques e o set seguia empatado: 4 x 4. Filip, colocou o time mineiro na frente de novo: 6 x 5. Thiago Alves, errou o ataque e o time da casa abriu dois pontos: 7 x 5. No tempo técnico o placar era:  8 x 6 para o VIVO/ MINAS. O técnico Marcelo Fronckowiak, tirou o central Lucão e colocou UAllas.  O central Henrique no ace ampliou a vantagem mineira:  10 x 6. O técnico da equipe carioca parou o jogo. Após erro de jogada do Minas, o RJX encostou no marcador: 11 x 9. Henrique, no bloqueio simples parou o ataque carioca: 14 x 10. No  segundo tempo técnico o placar era 16 x 13, VIVO/ MINAS.

                Lucarelli, no contra-ataque marcou mais um ponto para o time mineiro: 17 x 13. O ponteiro argentino Quiroga caiu na quadra sentindo dores  e deixou a partida. O ponteiro Samuel Fuchs entrou no lugar.  Lucarelli, na paralela fez 19 x 15, Minas. Da Silva, na bola de xeque marcou para o time carioca: 19 x 16. Na bola de segunda, Marcelinho fez 22 x 19.  Dante, diminuiu o placar: 23 x 20.  No ace de Henrique o Minas fechou o set em 25 x 20 e o jogo por 3 sets a 0. O troféu Viva Vôlei de melhor da partida foi para o ponteiro de 21 anos, Ricardo Lucarelli.

   VIVO/ MINAS:  Henrique e Mauricio( centrais), Lukinha (líbero) Marcelinho( levantador), Filip( oposto) , Quiroga e Lucarelli (ponteiros) .Técnico: Horacio Dileo

ENTRARAM: Evandro

RJX: Riad e Lucão( centrais), Mário Júnior(líbero),Bruno( levantador), Théo( oposto)  Thiago Alves e  Dante ( ponteiros). Técnico: Marcelo Fronckowiak

ENTRARAM:  Guilherme, Da Silva, Uallas