Com novidades, Superliga 2017/2018 já tem tabela definida

Representantes dos 12 times participantes da Superliga se reuniram com os dirigentes da CBV na tarde desta quarta-feira (23) para definição da tabela e regulamento da competição nacional. Com início marcado para o dia 14 de outubro, a Superliga proxima-edicao-tem-tabela-e-regulamento-definidos.jpgMasculina chega com novidades, entre elas o fim da decisão em jogo único após nove temporadas de muitas críticas em relação ao formato. Dessa maneira, as duas partidas que definirão o título também deixam de ser em “campo neutro” com mando da CBV. Além da final em dois jogos e desempate no golden set (o que já vimos no Campeonato Paulista), as quartas de final serão em melhor de três jogos e as semifinais em melhor de cinco. O regulamento, ao contrário da tabela, ainda não está disponível no portal da Confederação.

Nesta temporada temos o retorno de Castro e os acessos de Sesc-RJ, vencedor da Superliga B, e Corinthians, campeão da Taça Ouro. Com a desistência do Bento Vôlei, o Castro herdou a última vaga como 2º colocado na Taça Ouro. As 12 equipes participantes desta edição são: de Minas Gerais, Sada Cruzeiro, Montes Claros Vôlei, Minas Tênis Clube e JF Vôlei; de São Paulo, EMS Funvic Taubaté, Sesi-SP, Vôlei Renata (antigo Brasil Kirin) e Corinthians Guarulhos; do Paraná, Copel Telecom Maringá Vôlei e Caramuru Castro; do Rio de Janeiro, Sesc-RJ; e do Rio Grande do Sul, Lebes Gedore Canoas.

Com início no dia 14 de outubro, a Superliga 2017/2018 tem previsão de término no dia 6 de maio de 2018. Clique aqui para conferir a tabela completa da competição masculina.

Superliga Masculina 2017/2018
1ª Rodada – TURNO 14.10.2017

18h – Sesc-RJ x EMS Funvic Taubaté
18h – Caramuru Castro x Vôlei Renata
18h – Lebes Gedore Canoas x Montes Claros Vôlei
18h – JF Vôlei x Minas Tênis Clube
18h30 – Copel Telecom Maringá Vôlei x Sesi-SP
20h – Corinthians Guarulhos x Sada Cruzeiro

Com informações da CBV.
Foto destaque: Lucilia Bortone/Sacandoovolei
Foto interna: Roberto Casimiro – Fotoarena

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[Superliga] Em jogo quase perfeito, Sada Cruzeiro vence Brasil Kirin e avança para sua sétima final consecutiva

E o time do Sada Cruzeiro (MG) segue fazendo história. Neste sábado (22), a equipe voltou ao ginásio do Riacho, em Contagem (MG) contra o Vôlei Brasil Kirin (SP) para a disputa do jogo três da semifinal. E, com um jogo coletivo beirando a perfeição, o time mineiro derrotou o time campineiro por 3 sets a 0, parciais de (25×12, 25×18 e 26×24) e avançou para sua sétima final consecutiva da competição. Vale ressaltar que o Cruzeiro é o atual tricampeão consecutivo, tem quatro títulos da Superliga Masculina 2016/2017 e poderá buscar o penta diante da sua torcida, já que a final será realizada no dia 07 de maio, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG).

O jogo

A partida começou com uma ótima sequência de saques do central Simón, que dificultou muito a recepção e, consequentemente, a virada de bola do time paulista (5×1). Após pedido de tempo do Horácio Dileo, Campinas voltou melhor, com bons saques de Vini e volume de jogo, o time diminuiu a desvantagem para dois pontos (6×4). Porém, com um saque impressionante, foram 4 pontos diretos nesse fundamento, o time mineiro abriu o dobro de pontos do adversário (12×6). Além disso, todos os jogadores do elenco cruzeirense em quadra jogando muito bem, Filipe e Serginho defendendo tudo no fundo de quadra, William com suas bolas perfeitas e Isac, Evandro, Leal e Simón seguiam com seus ataques indefensáveis (21×12). Com todo esse ímpeto celeste, o Kirin pouco conseguiu jogar, perdendo o set por (25×12), em 21 minutos.

2º set

O início do segundo set foi igual ao anterior, com um pedido de tempo técnico de Campinas logo no início pata tentar conter o ritmo cruzeirense (5×1). Na sequência, o levantador reserva Jotinha entrou no lugar de Rodriguinho, para tentar promover uma mudança no time visitante. Porém, o ritmo alucinante do Sada não diminuiu (14×7). Com um poder ofensivo arrasador, foram 15 pontos de ataque, contra apenas seis do Brasil Kirin, o time mandante não dava chances para o adversário. Os paulistas estavam irreconhecíveis e, nervosos em quadra, o time cometia erros infantis (18×9). Após 22 minutos, o time do Sada fechou mais uma parcial, desta vez por (25×18).

3º set

Sem nada a perder, os jogadores de Campinas voltaram com uma outra postura para a quadra. No bloqueio e no contra-ataque, o time abriu dois pontos pela primeira vez no jogo (3×5). A recepção campineira melhorou e o levantador Rodriguinho começou a acionar mais o oposto Rivaldo (10×13). Experiente, a equipe celeste foi tirando a desvantagem ponto a ponto e, no bloqueio de Leal, o set ficou empatou (16×16).  Com Leal chamando a responsabilidade do ataque, os mineiros passaram à frente e conseguiram abrir margem (20×17). Com o ginásio jogando junto com o Cruzeiro, o time da casa chegou ao ponto da vaga para a final(24 x21). Porém, a ansiedade de dar números finais ao jogo permitiu o empate do time de Campinas (24×24). Porém, Evandro colocou a bola no chão e parou com a sequência do adversário. E, para terminar a partida, no saque, o oposto celeste deu números finais ao jogo (26×24).  Muito regular, como na maioria das vezes, o ponteiro Filipe foi eleito o melhor jogador em quadra.

Equipes:

Sada Cruzeiro: William, Evandro, Simón, Isac, Filipe, Leal e o líbero Serginho.

Entraram: Cachopa, Alan

Técnico: Marcelo Mendez

 Vôlei Brasil Kirin: Rodriguinho, Rivaldo, Maurício Souza, Vini, Bruno Temponi, Diogo  e o líbero Tiago Brendle

Entraram: Jotinha , Baiano, Matheus

Técnico: Horácio Dileo

[Foto: Reprodução Sada Cruzeiro/Twitter]

[Superliga] Confira como foi a 10ª rodada e a classificação da competição

Na abertura da 10ª rodada, o Lebes Gedore Canoas recebeu o Minas Tênis Clube no ginásio La Salle, em Canoas (RS), e conquistou uma importante vitória por 3 sets a 1, parciais de (25×22,25×13,16×25 e 25×19), em 1hora e 40 minutos de partida.  Com três pontos conquistados, o time gaúcho chegou aos 12 pontos e pulou do décimo para o sétimo lugar na tabela, posição que pertencia ao Minas. Com a derrota o time de Belo Horizonte permanece com 10, e agora está em oitavo lugar.

Embalados pela vitória na rodada anterior diante do Sesi SP, o Brasil Kirin (SP) foi ao ABC paulista e conseguiu mais um resultado positivo. De virada, o time campineiro bateu o São Bernardo Vôlei (SP) por 3 sets a 1 (21×25, 25×13, 25×23 e 25×20), em 1h50, no ginásio Baetão, em São Bernardo do Campo (SP).  O central Maurício fez 17 pontos e foi eleito o melhor em quadra.  Com a sequência de resultados positivos, Campinas subiu para o terceiro lugar, com 22 pontos. Já São Bernardo permanece com 9, e caiu do oitavo para o décimo lugar.

Com casa cheia no ginásio da UFJF, em Juiz de Fora (MG), o JF Vôlei foi superado pelo Sesi SP por 3 sets a 1, parciais de (27×25,25×15,24×26 2 25×17), em 2horas e 3minutos de jogo. O central Lucão, marcou 18 vezes e foi eleito o melhor jogador em quadra. Com a vitória, o time paulista chegou aos 23 pontos e assumiu a vice-liderança da competição. Já o time de Minas permanece em sexto lugar, com 16 pontos.

No jogo mais esperado da rodada, Sada Cruzeiro(MG) e Funvic Taubaté(SP) se enfrentaram em Contagem (MG), em partida que colocou o oposto Wallace para enfrentar seu ex-time pela primeira vez na temporada. Se a expectativa era de um duelo equilibrado, quando a bola subiu, o que se viu foi um Cruzeiro avassalador, que deu poucas chances ao adversário. Vitória mineira por 3 sets a 0(25×17,25×18 e 30×28), em 1 hora e 28 minutos, com o oposto Evandro escolhido para receber o troféu Viva Vôlei. O resultado deixou os mineiros com 29 pontos, seis pontos de frente para o segundo colocado, Sesi. Já Taubaté não somou pontos e permaneceu com 20 pontos, mas caiu do segundo para o quinto lugar.

O Bento Vôlei Isabela recebeu no ginásio Municipal, em Bento (RS), a equipe do Copel Telecom Maringá (PR), e em um jogo muito equilibrado, foi derrotado no quinto set pelos paranaenses, parciais de (25×16,19×25,25×22,12×25 e 13×15), em 2horas e 22minutos de partida. O líbero Felipe foi escolhido o melhor jogador em quadra e recebeu o Viva Vôlei. Mesmo com a derrota, Bento somou um ponto e chegou aos 10, mantendo o nono lugar da tabela.  Os paranaenses somaram dois pontos e chegarão ao seis e também mantiveram a posição da rodada anterior, o 11º lugar.

 No último jogo da 10ª rodada, Montes Claros (MG) confirmou toda a excelente campanha nesse turno, vencendo mais uma partida, desta vez contra o Caramuru (PR), por 3 sets a 0, fora de casa, com parciais de (28×26,25×21 e 25×23), em 1hora e 33 minutos. Com 12 pontos, o central Robinho foi escolhido o melhor em quadra.  Foi a décima derrota do time paranaense, que ainda não venceu na competição, e ocupa a lanterna da tabela, com dois pontos. Já MOC chegou aos 21 pontos, e está em quarto lugar.

Confira a classificação:

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[Foto de capa:  Renato Araújo/ Divulgação Sada Cruzeiro]

[Superliga] Confira os resultados da rodada e veja como ficou a classificação

A quarta rodada da Superliga Masculina começou na terça-feira de feriado (15), em jogo isolado entre Copel Telecom Maringá Vôlei (PR) e Sada Cruzeiro (MG), todas as outras partidas foram realizadas no sábado (19). Jogando no ginásio Chico Neto, em Maringá (PR), os visitantes levaram a melhor por 3 a 0, parciais de (25×21,25×22 e 25×23), em 1h30 de partida.  O ponteiro Leal foi o maior pontuador do confronto, com 18 pontos, mas o melhor jogador em quadra foi outro ponteiro celeste, Rodriguinho, que recebeu o troféu Viva Vôlei.

No ginásio Abid Moysés Dib, em São Bernardo do Campo (SP), a equipe da casa recebeu o Montes Claros Vôlei (MG) e viu os visitantes levarem a melhor por 3 a 0, parciais de (25/22, 25/21 e 25/19), em 1h23 de jogo. O central da equipe mineira Robinho foi o maior pontuador da partida, com 14 acertos e eleito o melhor jogador do duelo.

 Em jogo muito equilibrado e decidido em um quinto set eletrizante, Vôlei Brasil Kirin (SP) e Lebes/Gedore/Canoas (RS), se enfrentaram no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP) e a equipe gaúcha começou melhor e abriu 2 sets a 0, mas viu o time paulista reagir e levar o jogo por 3 a 2, parciais de (21-25, 22-25, 25-17, 25-21 e 19-17). O central Maurício Souza marcou 14 pontos e ganhou o troféu Viva Vôlei.

Em Juiz de Fora, o JF Vôlei (MG) conquistou a primeira vitória em casa. Jogando diante do Caramuru Vôlei/Castro (PR), os mineiros venceram por 3 a 0, parciais de (25×19,25×15 e 25×18). Com 20 pontos, o oposto Renan Buiatti foi o maior pontuador e recebeu o Troféu Viva Vôlei.

O time do Bento Vôlei/Isabela (RS) enfrentou o time do Sesi-SP, no Municipal, em Bento Gonçalves (RS) e o time paulista levou a melhor em sets diretos, 3 a 0, parciais de (25×13, 25×19 e 25×22). O oposto Théo, o ponteiro Douglas e o central Leandro Santos, conhecido como Aracaju, marcaram 12 pontos. O meio de rede foi escolhido o melhor jogador da partida.

Encerrando a rodada, o Funvic Taubaté (SP) recebeu o Minas Tênis Clube (MG) no ginásio do Abaeté e venceu por 3 a 0, parciais de (25×21,25x25x25x18), em 1h22 de partida, mantendo a invencibilidade na competição. Com 14 pontos, o central taubateano Otávio foi eleito o melhor da partida.

Classificação:

Após quatro rodadas, Sada Cruzeiro(1º) e Funvic Taubaté(2º) seguem invictos, mas a equipe mineira leva vantagem pois venceu todos os jogos por 3 sets a 0. Na parte de baixo da tabela, Lebes Gedore Canoas(9º), São Bernardo(10º), Copel Telecom Maringá Vôlei(11º) e Caramuru Vôlei/ Castro(12º)  ainda não venceram na competição.

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Foto de capa: Lucilia Bortone/Sacandoovolei

[Superliga] Em jogaço, Sada Cruzeiro vira sobre Brasil Kirin e conquista o tetracampeonato

A final da Superliga 2015/2016, disputada nesta manhã de domingo, em Brasília, reservou muita emoção. Para quem apostava em um jogo fácil para o Cruzeiro, viu um jogo em que o Vôlei Brasil Kirin demonstrou muita garra, assim como já havia demonstrado ao longo da temporada, e exigiu o máximo dos cruzeirenses, que tiveram que virar partida para conquistar o tetra da competição. No final, o Sada Cruzeiro fez 3×1 em cima do Vôlei Brasil Kirin (23×25,25×23, 25×15 e 30×28), e levou seu terceiro título consecutivo na Superliga. O ponteiro Leal, com 22 acertos, foi eleito o melhor jogador em quadra e recebeu o Viva Vôlei.

O técnico Marcelo Mendez fez questão de ressaltar mais um recorde quebrado por sua equipe. Agora, Cruzeiro tem quatro títulos da competição, assim como Minas e a extinta Cimed. “Somos um time que fez história no Brasil e a felicidade é muito grande. O nosso grupo é batalhador e sempre acreditou na comissão técnica e no projeto do Sada Cruzeiro. O resultado disso tudo são os títulos e as vitórias que tivemos”, disse.


Leia também: Com trabalho intenso de preparação física, Sada/Cruzeiro se livra de lesões, apesar
da maratona de jogos
Final da competição reserva expectativa de quebra de recordes

Pelo lado do Brasil Kirin, muito emocionado, o ponteiro Lucas Loh lamentou a derrota, mas elogiou a campanha dos campineiros.“Fica um gostinho ruim na boca. O nosso time tinha qualidade e um grupo unido para ganhar essa final. Fico até emocionado, é difícil falar nessa hora. É muito difícil ganhar destes caras, e infelizmente não deu. Por outro lado estou muito feliz por ajudar a trazer o projeto pela primeira vez a uma final. É um orgulho muito grande. Vamos batalhar ainda mais para conseguir melhores resultados. O Sada também começou assim, eu estava lá. Fui vice no Mineirinho contra o Sesi-SP com eles. Espero que a gente siga os passos do Sada”, explicou Lucas Loh.

 O JOGO

 A final começou com muito volume de jogo. Com a recepção das equipes funcionando muito bem, os levantadores Gonzalez, Brasil Kirin, e William, do Sada, variavam as jogadas, complicando o bloqueio adversário. No primeiro tempo técnico, a diferença era mínima (8×7), a favor dos cruzeirenses. Na volta à quadra, o Cruzeiro imprimiu um ritmo e abriu três pontos (13×10), com ponto de saque de Leal. Porém, a vantagem não durou muito, com o sistema defensivo muito bem e com os jogadores demonstrando muita concentração, Campinas foi buscar o placar desfavorável (17×15), empatou (19×19). A equipe campineira seguiu embalada e aproveitando os erros do adversário, que errava mais do que o normal, o Brasil Kirin abriu dois pontos (19×21). Os tricampeões até empataram o set (22×22), mas viram Campinas aproveitar o contra-ataque com o ponteiro Olteanu e  fechar o set (23×25), em 30 minutos.

 2º set

A segunda parcial começou como terminou o set anterior, com Lucas Lóh tendo um ótimo aproveitamento de ataque e colocando sua equipe à frente (4×6). No tempo técnico o Sada chegou com vantagem mínima (8×7) e, na sequência, abriu três pontos (12×9) após ponto de saque do central Isac. Porém, o saque balanceado em Filipe fez efeito e a recepção cruzeirense caiu, com as principais jogadas de ataque do Cruzeiro, Leal e Wallace, muito marcadas, Campinas buscou o placar e empatou (12×12). Daí por diante o equilíbrio do set se restabeleceu (16×15) e as equipes se alternavam à frente do placar (20×21). Após belas defesas, Leal botou a bola no chão com uma largadinha na paralela (22×21). O final do set voltou a ficar igual (23×23, mas com ace de Éder, o Sada devolveu o placar sofrido no primeiro set e igualou a parcial (25×23), em 31 minutos.

 3º set

O terceiro set começou com o sistema defensivo do Cruzeiro funcionando muito bem o que proporcionava contra-ataques. No tempo técnico, a equipe mineira tinha o dobro de pontos do adversário (8×4). O técnico Alexandre Stanzioni promoveu a inversão do 5×1, tirando Gonzalez e Wallace e entrando, Michael e Jotinha.  Do lado mineiro, Wallace e Leal começaram a desequilibrar, colocando o time em ótima vantagem (14×8) e com o bloqueio cruzeirense marcando duas vezes seguidas. A inversão de Campinas não fez muito efeito e Santioni voltou com seus titulares e promoveu outra substituição, colocando Vini para jogar no lugar de Luizinho.  O Sada seguiu com ampla margem no tempo técnico (16×11). Após ataque. Leal fez um gesto balançando a cabeça, mas olhando para o seu lado da quadra. O time de Campinas não gostou e foi reclamar com o juiz,o que  gerou um discussão na rede. Na sequência o árbitro chamou os capitães para conversar e a partida prosseguiu O lance polêmico fez bem ao cubano naturalizado brasileiro, que fez dois pontos de bloqueio consecutivos ampliando o marcador (23×14). E com o bloqueio se destacando, o Cruzeiro fechou o set nesse fundamento, após bloqueio de Isac (25×15), em 25 minutos.

 4º set

Precisando vencer o set para manter vivas as chances de buscar o título, Campinas voltou a demonstrar um ritmo de jogo maior e reequilibrou o início do set (6×6). Com dois aces seguidos de Lucas Lóh, Campinas passou à frente (8×9). Aproveitando os contra-ataques o Sada abriu dois pontos (13×11), mas viu o adversário chegar ao tempo técnico em vantagem, após bola de xeque de Maurício (15×16).  O ponteiro Piá, que ao longo da semana fez um tratamento intenso de recuperação entrou para jogar o 4º set e foi determinante para sua equipe que abriu dois pontos importantes no final do set (18×20). Querendo definir logo o jogo e evitar o tie break, o Cruzeiro foi buscar o placar (20×20).  Os times voltaram a trocar pontos e no ataque de Leal, o Sada Cruzeiro chegou ao match point (24×23), mas o set ainda reservava emoções para o torcedor.  O jogo seguiu com as duas equipes lutando muito. Após, 37 minutos, o Sada Cruzeiro fechou (30×28) , conquistando o tetracampeonato.

EQUIPES

SADA CRUZEIRO:  William, Wallace, Isac, Éder, Filipe e Leal. Líbero: Serginho

Entraram: Cachopa. Alan

Técnico: Marcelo Mendez

 VOLEI BRASIL KIRIN: Gonzalez, Wallace, Luizinho, Maurício, Lucas Lóh e Olteanu. Líbero: Tiago Brendle

Entraram: Ygor Ceará, Piá, Michael, Jotinha, Vini

Técnico: Alexandre Stanzioni

[Fotos: CBV/Divulgação; Sada Cruzeiro]

 

[Superliga] Jogadores do Brasil Kirin colocam o rival como favorito, mas estão confiantes no título inédito

Depois de vencer um duelo complicado nas semifinais, que só foi decidido no tie- break no 3º jogo diante de Taubaté, neste domingo (10), o time do Brasil Kirin joga pela primeira vez, em seus seis anos de história, a decisão da Superliga Masculina de Vôlei. A partida será realizada às 9h40, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, contra a forte equipe do Sada/Cruzeiro.

Se a experiência pesa a favor dos mineiros, afinal são seis finais consecutivas, Campinas já demonstrou durante a temporada que pode enfrentar qualquer equipe. É verdade que ainda não venceu o Sada/Cruzeiro na temporada, mas os jogadores e comissão técnica apostam que final é um jogo diferente e com campo neutro dá ainda mais confiança.

Chegando ao treino da véspera da final, o técnico Alexandre Stanzioni foi perguntando sobre a expectativa para o jogo, bem humorado, o treinador respondeu“ Minha expectativa é de vencer! O que estiver ao nosso alcance vamos fazer. Eles já têm muitos[títulos], chegou a nossa vez”, disse rindo e demonstrando otimismo. O discurso também foi adotado pelo oposto Wallace.

 “O favoritismo é deles, mas, se trata de uma final em jogo único e, assim, qualquer coisa de errado que aconteça pode comprometer. Nós acreditamos muito nesse título. Ao longo do returno e dos playoffs nosso time cresceu bastante, depois passamos por uma semifinal muito dura e isso aumentou a nossa expectativa”.

Para Tiago Brendle, líbero do Brasil Kirin, a equipe não te um destaque, um jogador que sobressai sobre os demais, para ele, o que fez o time chegar a decisão foi todos os jogadores jogando bem. Mas a verdade é que o Campinas se destaca em algumas posições individuais. O oposto Wallace é o sexto maior pontuador, com 360 pontos de ataque. O ponteiro Lucas Lóh tem 52% de aproveitamento de ataque e ocupa o 9º lugar do ranking.

Outro fundamento é o bloqueio, o central Maurício Souza está em segundo lugar com 63 pontos. E Tiago Brendle tem mais de 88% em aproveitamento nas defesas. Além desses, o saque é outro ponto forte da equipe, sobretudo com Maurício e o central reserva Vini, que sempre entra muito bem no fundamento.Com tantos esses destaques, a partida promete muita emoção ao torcedor.

[Foto: Vôlei Brasil Kirin/ Reprodução Facebook ]

[Superliga] Com trabalho intenso de preparação física, Sada/Cruzeiro se livra de lesões, mesmo com maratona de jogos

Neste domingo (10), às 9h40, Sada Cruzeiro e Brasil Vôlei Kirin se enfrentam na final da Superliga Masculina, em Brasília, no último compromisso dos clubes em 2015/2016. Após uma intensa e exaustiva temporada causada por um calendário mais enxuto por causa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e uma maratona de competições, viagens, treinos e jogos que fazem parte da rotina, as equipes também precisam lidar com as lesões e na rápida recuperação dos atletas.

Campinas, que jogará a sua primeira final da Superliga, foi uma equipe  que sofreu ao longo da temporada com contusões:  o oposto Wallace e os ponteiros Piá e Lucas Lóh foram um dos que frequentaram o departamento médico. Aliás, os ponteiros ainda se recuperam, Lóh sofreu uma torção no tornozelo na disputa da segunda partida da semifinal diante de Taubaté e Piá se recupera de um estiramento na coxa. O jogador jogou a terceira partida da semifinal no sacrifício e faz um tratamento intensivo nessa luta contra o tempo. “Ainda sinto um pouco de dor, mas estou evoluindo. Se eu estiver como nos últimos dias, acho que dá para ir sim”, falou Piá sobre a final de amanhã.

Do outro lado, a equipe cruzeirense chega para sua sexta final consecutiva com seus principais jogadores em plenas condições para clube buscar mais um título, que seria o sexto da temporada, já que a equipe conquistou o Campeonato Mineiro, Copa do Brasil, Supercopa, Sul-americano de Clubes e o Mundial de Clubes. Esse alto de rendimento e preparo físico da equipe mineira chama a atenção, o que torna o Sada/Cruzeiro referência dentro e fora das quadras.

Com uma super equipe, compostas pelos fisioterapeutas Alysson Zuin e Daniel Borneli, o assistente de preparação física João Filipe de Paula, o preparador físico Fábio Correia, além do médico Sérgio Campolina e o massagista Jaílson Silva, o trabalho é realizado com muita conversa e entrosamento, afinal, são quatro anos assim. Conversamos com Zuin e ele nos explicou um pouco mais sobre como esse processo funciona.

“Na apresentação[quando os atletas estão voltando de férias] a gente começa com uma avaliação médica geral e uma bateria de exames e vemos se é necessário fazer algo antes dele ir treinar com a bola. São oito semanas de trabalho progressivo para dosar a carga e preparar para o esforço que eles vão desempenhar. Depois, diariamente vamos acrescentando exercícios preventivos e trabalhos específicos, além disso, sabemos quando temos a necessidade de diminuir a carga e/ou intensidade”, concluiu Zuin.

Os jogadores não estão lesionados, mas isso não significa que eles não sintam dor.  Ao serem questionados sobre qual foi a última vez que entraram em quadra sem uma dor ou um desconforto, os atletas foram unânimes em responder que não lembravam desse [feliz] dia. Vida de atleta de alto rendimento não é fácil!

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-A comissão faz um intenso tratamento físico com os atletas. [Foto:Cruzeiro Web]

[Foto de Capa: Renato Araújo/Divulgação Sada/Cruzeiro]