[Superliga] SESI SP confirma favoritismo, vence JF Vôlei e mantém o terceiro lugar na classificação

Na noite de sábado (3), o JF Vôlei recebeu o Sesi SP, no Ginásio da UFJF, em partida válida pela quarta rodada do returno da Superliga Masculina 2017/18. Com um elenco estrelado, composto pelos campeões olímpicos Lipe,Lucão, Douglas Souza e William, além do agora líbero Murilo Endres, os paulistas  venceram por 3 sets a 1, com parciais de 25×16, 25×16, 23×25 e 17×25). Apesar da experiência de seus jogadores, o destaque da partida foi o jovem oposto do Sesi, Alan, que recebeu o Troféu Viva Vôlei como o melhor em quadra.

DSC01032.jpgA quinta vitória seguida mantém a equipe do técnico Rubinho em terceiro lugar, com 35 pontos. Já o time mineiro segue sem vencer diante do seu torcedor e,  com apenas quatro pontos, amargura a vice-lanterna da competição. As duas equipes voltam à quadra nesta quinta-feira(8). O Sesi-SP recebe o Minas, às 19h, na Vila Leopoldina. Já o JF Vôlei encara o Taubaté, às 19h30, na Arena UFJF.

O jogo

O início foi equilibrado (5×5), mas com Lucão no saque, os visitantes começaram a abrir uma vantagem (7×12).  Com  o passe “ A” chegando nas mãos de William, o levantador distribuía as bolas para seus jogadores e dificultava o trabalho do bloqueio adversário(11×18). O treinador Henrique Furtado pediu tempo técnico e promoveu a troca do levantador e oposto. Porém, as mudanças não surtiram muito efeito e o SESI fechou a parcial, sem dificuldades em 16×25, após erro de saque de Juiz de Fora.

O segundo set estava apenas no início e após uma marcação da arbitragem a JF Vôlei a favor do JF Vôlei gerou muita reclamação por parte do Sesi, que acabou resultando em um cartão amarelo para Lipe (4×4). Assim como no set anterior, a jovem equipe mineira equilibrou nos momentos iniciais, mas abusou dos erros de saque, fundamento que funcionou muito bem para os paulistas, sobretudo com Aracaju e Alan (15×21), que se encaminharam para repetir o placar da parcial anterior: 16×25.

DSC01727.jpgJuiz de Fora voltou à quadra com uma postura mais agressiva e com o ataque funcionando muito bem, sobretudo com o ponteiro Leozinho (9X9). Foi o início de parcial mais equilibrado, com os times se alternando à frente do marcador. Só que, ao contrário do que havia acontecido nos dois sets anteriores, a equipe da casa não deixou o adversário desgarrar no placar e manteve a liderança na reta final do set (23×20). Com o saque forçado os paulistas buscaram uma reação (24×23), mas no ataque de Emerson Rodriguez pela saída de rede, JF deu números finais ao set: 25×23.

Animados com o resultado e incentivados a todo tempo pelo técnico Henrique, Juiz de Fora tentou repetir a boa atuação do set anterior. Do outro lado, dispostos a não perderem mais um set e consequentemente um ponto, o Sesi voltou a se impor, com dois pontos seguidos de Vaccari, que entrou no lugar de Douglas no terceiro set e não saiu mais (5×7).  Com muito volume de jogo, os paulistas ditavam o ritmo da parcial e foram abrido no placar(12×17). Com uma boa margem o time foi administrando a vantagem construída até darem números finais ao set (17×25) e a partida.

Equipes:

JF VÔLEI: Adami, Emerson Rodriguez, Rômulo, Bruno, Rammé, Leozinho e líbero Juan Mendez

Entraram: Felipe, Franco, Wellinton, Raphael

Técnico: Henrique Furtado

SESI SP: William, Alan, Lucão, Leandro Aracaju, Lipe, Douglas Souza e líbero Murilo

Entraram: Evandro, Franco, Vaccari

Técnico: Rubinho

 

Fotos: Lucilia Bortone/Sacandoovolei

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Mais forte e repleto de estrelas, Mundial de Clubes começa amanhã (12)

A espera acabou. O Mundial de Clubes Masculino começa amanhã (12) na Polônia e de cara já teremos confrontos diretos por uma vaga nas semifinais da competição. Defendendo o título, o Sada Cruzeiro enfrenta o Lube Civitanova, atual campeão italiano, às 17h30 (horário de Brasília), pelo Grupo A. “Estou feliz que estamos aqui para jogar contra as melhores equipes do mundo. Sabemos que temos um bom time, então esperamos fazer nosso melhor”, disse o treinador do Civitanova, Giampaolo Medei. A partida terá transmissão do Sportv2.

CoachesofparticipatingteamsofgroupAinOpoleGiampaoloMedeiLubeMarceloMendezSadaCruzeiroMostafaKarkhanehTehranAndreaGardiniZaksa.jpgTambém pelo Grupo A, o time polonês do Zaksa Kedzierzyn Kozle enfrenta o Teheran VC, às 14h30 (horário de Brasília). A equipe polonesa é comandada por um dos maiores nomes do voleibol italiano: Andrea Gardini. Para Gardini, o campeonato é uma grande oportunidade para o time, que ocupa a vice-liderança na Plus Liga e é a atual bicampeã nacional. “Estamos orgulhosos de poder fazer parte deste torneio [Mundial]. Estou feliz por ser realizado na Polônia e tenho certeza de que os espectadores nos apoiarão. Espero que possamos jogar a semifinal”, comentou Gardini durante a coletiva dos treinadores e capitães.

Enquanto o Grupo A joga em Opole, o Grupo B realiza seus jogos em Lódz e também terá boa briga pelas duas vagas nas semifinais. Assim como na outra chave, a abertura já promete ser um grande jogo. Vice-campeão em duas oportunidades, o Zenit Kazan enfrenta o Personal Bolívar, a partir das 14h30 (horário de Brasília). “É uma grande honra participar da competição. Acredito que o nível deste torneio está bem alto. Será uma grande celebração do nosso esporte e uma importante oportunidade para vencermos o Mundial de Clubes pela primeira vez”, disse Vladimir Alekno, velho conhecido dos brasileiros e técnico do Zenit.

A primeira rodada se completa com a estreia do Skra Belchatow, outra equipe polonesa classificada para o Mundial, que enfrenta o Shanghai VC, às 17h30 (horário de Brasília). No banco do Belchatow teremos ainda o ídolo polonês Michal Winiarski que encerrou a carreira como jogador na última temporada atuando pelo próprio Belchatow e agora é assistente de Roberto Piazza na equipe.

Com informações da FIVB.
Fotos: FIVB

JF Vôlei lança novo escudo e anuncia a contratação de um oposto venezuelano

Nesta manhã de quinta-feira (17) o JF Vôlei recebeu no Salão Nobre do Hospital Santa Casa, jornalistas e patrocinadores e apresentou novidades dentro e fora de quadra.  A primeiro foi a alteração da identidade visual da equipe para a temporada 2017 e o segundo anúncio foi a contratação de um oposto, o venezuelano Emerson Rodriguez, de 25 anos, que recentemente foi vice-campeão Sul-americano por sua seleção.

Emerson tem 2,02m e chega para suprir a carência da posição, já que o time mineiro tinha 10 atletas que vieram da base do Sada Cruzeiro, além do levantador Felipe Hernandez, até então único jogador contratado por Juiz de Fora, porém não tinha um oposto de origem e vinha improvisando os atletas do elenco.  O diretor técnico do JF Vôlei, Maurício Bara contou como o time chegou até o oposto.

escudo

Essa é a nova identidade visual da equipe de Juiz de Fora.

“Foi uma soma de fatores. Primeiro o trabalho do Henrique de observar jogadores da nossa característica, que não impactassem tanto financeiramente no orçamento da equipe. Todos sabem que vivemos um processo muito limitado. O Henrique buscou, o procurador do jogador é brasileiro, e conversamos. Outro fator importante foi que ele jogou com o Manius, um importante atleta que passou aqui na temporada 2014/2015, veterano, e que manteve uma relação muito próxima com a gente, e nos disse que o Emerson tem muito potencial e precisava de mais treinamentos de qualidade. Então isso corroborou. Ele entendeu nossa limitação, quer entrar em um mercado diferente e abrir portas”, explicou Maurício.

O treinador Henrique Furtado também comentou sobre o seu novo jogador: “Já o conheço há dois anos. É um jogador jovem, ex-central, e tem muitos anos de categorias de base da Venezuela e, depois, no time adulto. Tornou-se oposto por volta de dois anos e meio atrás. Foi indicado por um ex-jogador da Seleção da Venezuela, no ano passado, mas apareceu a possibilidade de contar com o Renan. Mantivemos conversas com o Emerson, que sempre se mostrou muito disposto a vir trabalhar conosco e enxerga no vôlei brasileiro uma grande oportunidade em sua carreira. É um jogador de muita força, bons saques e ataques, com muito potencial para trabalhar bem os outros fundamentos também”, exaltou o treinador.

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– Emerson Rodriguez( nº5), nova contratação do JF Vôlei. [Foto: Max Montecinos]

O atleta ainda não chegou à Juiz de Fora (MG) pois tem compromissos a cumprir com a Venezuela, a disputa do Classificatório para o Campeonato Mundial, que será na Argentina entre os dias 20 de agosto a 4 de setembro, na Argentina.  O plano é que Emerson chegue em juiz de Fora no dia posterior ao fim da competição, para que o jogador já possa estar disponível para estrear com o JF Vôlei no dia 08 de setembro diante do Sada Cruzeiro, em Contagem (MG), em partida válida pelo Campeonato Mineiro.

 

[Sul-americano] Brasil arrasa Paraguai na estreia da competição

A seleção brasileira masculina estreou, esta noite de segunda-feira (7), com uma vitória arrasadora na 32ª edição do Sul-americano, competição que define uma das vagas para o Mundial de 2018. Em pouco mais de uma hora, os campeões olímpicos venceram o Paraguai por 3 sets a 0, com parciais de (25×4, 25x 14 e 25 x 10).  A partida foi realizada no Ginásio Olímpico Regional UFRO, em Temuco, no Chile.

 O Brasil, campeão de todas as edições do campeonato Sul-americano que disputou [ são 30 títulos em 32 edições], entrou em quadra com o time misto: Rapha (levantador), Otávio e Isac (centrais), oposto (Renan), Rodriguinho e Douglas Souza (ponteiros) e o líbero Thales, e não demorou muito para se impor e demonstrar a diferença de nível técnico entre as seleções.

Ao fim da partida, o técnico Renan dal Zotto elogiou a postura de sua equipe. “Tivemos a oportunidade de dar uma mexida boa no time hoje. Jogamos com jogadores que vinham atuando um menos e todos estão de parabéns porque ditaram o ritmo do jogo o tempo todo”. O treinador também falou sobre o adversário de estreia e sobre o próximo adversário.

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Brasil não enfrentou dificuldades no jogo. [Foto: Felipe Andaur Suárez]

“Esse era jogo difícil por termos poucas informações sobre o Paraguai. Seguramente, era a equipe que nos daria menos trabalho no grupo, já que esperamos um ritmo completamente diferente nos dois próximos jogos. A Venezuela, com certeza, vai exigir muito do nosso time. Tem tudo para ser um jogo equilibrado”, concluiu Renan.O Brasil volta à quadra nesta terça-feira (8), às 22h, com transmissão online no site da Confederação Sul-americana.

Confira os próximos confrontos e os resultados da 1ª rodada:

*Horário de Brasília

07.08
20h – Venezuela 3 x 1 Colômbia (25×22, 25×18, 22×25 e 26×24
22h – Brasil 3 x0 Paraguai (25×4, 25×14 e 25×10)
19h30 – Argentina 3×0 Uruguai (25×16, 25×18 e 25×20)
21h30 – Chile 3 x0 Peru (25×19, 25×12 e 25×22

08.08
20h – Colômbia x Paraguai
22h – Venezuela x Brasil
19h30 – Argentina x Peru
21h30 – Chile x Uruguai

09.08
13h – Venezuela x Paraguai
15h – Brasil x Colômbia
19h30 – Uruguai x Peru
21h30 – Chile x Argentina

10.08 – Semifinais: 19h30/21h30
11.08 – Final: 21h30

 

Com informações da CBV e CSV
Foto destaque:
 Felipe Andaur Suárez

[Liga Mundial] Ngapeth comanda a França e adia o sonho do deca mais uma vez

Mais de 23 mil pessoas compareceram na Arena da Baixada, em Curitiba(PR), para torcer para o Brasil na final da Liga Mundial, em um partida que começou 23h de um sábado e se estendeu pela madrugada fria da capital paranaense. Se o começo foi bem animador para os brasileiros, a França, comandada por Earvin Ngapeth, tratou de acabar com o sonho do décimo título da competição dos brasileiros. Vitória de virada dos europeus por 3 sets a 2, parciais de (21×25, 25×15, 25×23, 19×25 e 15×13) e o bicampeonato para os franceses, que haviam conquistado o primeiro título em 2015, também no Brasil, só que em partida disputada no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

A partida foi marcada por duas atuações brilhantes e disputa individual: o oposto Wallace e o ponteiro Ngapeth , principais atacantes de suas seleções, tiveram um aproveitamento de ataque acima da média. Com 28 pontos,  Ngapeth foi o grande protagonista, com um arsenal de belas jogadas, uma defesa que o jogador fez no tie-break merece ser destacada. Earvin foi eleito o MVP da competição.

Com nove títulos e maior vencedor, o Brasil não consegue o título desde 2010. Além disso, a equipe do técnico Renan Dal Zotto não conseguiu quebrar mais um tabu: conquistar essa competição em solo brasileiro. Desde 1993 [última vez em que o Brasil conquistou a Liga Mundial em casa, foram 3 tentativas e em nenhuma o Brasil saiu vitorioso.

O jogo

As equipes começaram a final da Liga Mundial demonstrando muito ritmo de jogo. De um lado, destaque para o setor defensivo e para os ataques de Ngapeth e Boyer, do outro, o bloqueio brasileiro teve seu melhor início [foram 3 pontos diretos nesse fundamento], além de Lucarelli e Wallace inspirados, levantando vantagem em relação a defesa adversária. O saque balanceado de Maurício Souza dificultou a recepção francesa e ajudou o time da casa a abrir vantagem (17×14).  Com muito ímpeto, o Brasil não deixava a França reagir, a recepção brasileira foi outro fundamento que funcionou muito bem e Bruno retribuía utilizando as bolas com seus centrais. Após 27 minutos, em ataque indefensável, Maurício Souza definiu o set (25×21) para os donos da casa.

Diferente do set anterior, os brasileiros começaram mal e viram uma França com outra postura em quadra, abrindo rapidamente uma ótima vantagem (3X8). O ataque do Brasil caiu de rendimento e o time foi acumulando erros, o que causou a inversão de 5-1, com Renan Buiatti e Rapha entrando nos lugares de Bruninho e Wallace. A equipe francesa passou a sacar cada vez melhor e o bloqueio, que não havia marcado no set anterior, foi

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Ngapeth fez 28 pontos e foi o protagonista da final. [Foto: FIVB]

responsável por seis pontos na segunda parcial e foi um dos fundamentos determinantes para os franceses construírem uma margem cada vez maior e definirem o set com incríveis dez pontos de vantagem (15×25), em 21 minutos.

A França voltou à quadra com a mesma intensidade que definiu o segundo set (5×10). Já o Brasil demonstrava apatia, vibrando pouco, tomando decisões precipitadas e observando o adversário jogar (12×16). Se o levantamento brasileiro estava impreciso, Toniutti recebia a bola na mão e aciona, sobretudo, o eficiente e genial Ngapeth. Outro ponto de destaque do time europeu era o líbero Grebennikov, que protagonizou defesas que pareciam impossíveis.  A equipe visitante chegou na reta final do set com três pontos de vantagem (15×18), porém, um desafio a favor dos brasileiros recolocou a seleção sul-americana no set (20×20), restabelecendo um equilíbrio e aumentando a tensão na final.  Porém, Le Roux, em bloqueio em cima de Wallace, deu números finais ao set (23×25), virando a partida para os franceses.

Precisando vencer para continuar com esperanças de conquistar o título, os brasileiros ditaram o início da parcial. Com ótima sequência de saques de Lucarelli, o time nove vezes campeão da Liga Mundial chegou a ter o dobro de pontos do adversário (10×5). Éder, que havia entrado no set anterior, colocou o Brasil com três pontos de vantagem na segunda parada técnica obrigatória (16×13). O levantamento nas pontas do Bruno, que não estava com precisão, melhorou e os ponteiros cresceram o aproveitamento de ataque (22×18).  Jogando mais alegre e empurrados pelos torcedores, a seleção da casa fechou e levou a decisão para o set decisivo.

Embalados com a vitória no set anterior, os brasileiros começaram à frente, após dois ataques de Lucarelli e se manteve à frente até a troca de lado (8×6). Na sequência, os franceses entram no set, buscaram a parcial e viraram. Novamente o saque francês fez a diferença e o central Le Roux conseguiu uma ótima sequência, levando seu time ao match point. Após 19 minutos, Clevernout colocou a bola no lado brasileiro e deu o bicampeonato para a França.   Mais cedo o Canadá bateu os Estados Unidos e conquistaram o inédito terceiro lugar.

Equipes:

Brasil: Bruno, Wallace, Lucarelli, Maurício Borges, Maurício Souza, Lucão. Líbero: Thales

Entraram:  Renan Buiatti, Rapha. Éder, Tiago Brendle

Técnico: Renan Dal Zotto

França: Toniutti, Ngapeth, Le Roux, Boyer, Clevernot, Chinenyeze. Líbero:Grebennikov

Entraram:  Brizard, Rossard, Lyneel

Técnico:  Tillie Laurent

 

 

[Fotos: FIVB]

[Liga Mundial] Brasil encerra fase de classificação com vitória sobre a Sérvia, mas ainda não convence

Já classificados para a Fase Final da Liga Mundial, Brasil e Sérvia fizeram, neste domingo (18), em Córdoba (Argentina), um jogo bem morno, muito diferente dos últimos confrontos entre as duas seleções.  Com uma atuação mais regular, mas ainda bem distante das melhores apresentações, novamente com muitas oscilações, a seleção de Renan dal Zotto saiu com uma vitória por 3 sets a 1, parciais de (25×22, 25 x 16, 17×25  e 25×23).

Com atacantes que são referências no voleibol mundial, cada uma das equipes marcaram 47 pontos de ataque na partida. A Sérvia se sobressaiu no bloqueio, foram 14 contra 8, fundamento em que o Brasil vem tendo uma atuação bem abaixo.  Já os brasileiros levaram vantagem no saque: 10 pontos diretos nesse fundamento, contra apenas cinco dos sérvios. 

Wallace, com 19 pontos, foi  o maior pontuador, seguido de perto pelo ponteiro sérvio

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Wallace foi o maior pontuador da partida com 19 pontos, sendo 17 de ataque, um de bloqueio e um de saque. (Foto: FIVB)

Marko Ivovic, que será companheiro do oposto brasileiro na equipe de Taubaté(SP), responsável por 18 acertos no jogo. 

Com o encerramento do terceiro e último final de semana de competições da primeira fase, o Brasil terminou com seis vitórias, três derrotas, 19 pontos e em segundo lugar na classificação geral, atrás somente da França.

O Brasil agora retorna ao Centro de Treinamentos em Saquarema(RJ), para se  preparar para a disputa da Fase Final da competição, que será disputada em Curitiba(PR), entre os dias 04 a 08 de julho. Além dos anfitriões, França, Sérvia, Canadá e Rússia já estão classificados; a última vaga ficará com Estados Unidos ou Bulgária.

O JOGO

Os atuais campeões olímpicos começaram melhor (6×3). Porém, com dois bloqueios e um ponto de saque de Podrascanin, os sérvios deixaram tudo igual.  O ataque do Brasil estava afiado, foram 16 pontos, com destaque para o central Lucão, que pontuou cinco vezes nesse fundamento (16×12). Mesmo à frente do marcador, os jogadores brasileiros demonstravam uma certa apatia em quadra e foram cobrados pelo levantador Bruno e o técnico Renan. Após contra-ataque de Wallace, a primeira parcial foi definida: 25 x22, em 26 minutos.

2º set

A equipe brasileira voltou com uma nova postura e viram o adversário cair de rendimento, além de demonstrarem pouco poder de reação. Logo no início, o Brasil já dominava a parcial, após bloqueio de Bruno, os brasileiros tinham o dobro de pontos da Sérvia (10×5). O ataque continuou funcionando muito bem e o bloqueio foi outro fundamento que demonstrou uma melhora nesse set, foram quatro pontos, mesmo número que os sérvios marcaram. Com uma excelente vantagem (18×7), os brasileiros se encaminharam para fechar o set com muita tranquilidade (25×16), em 24 minutos.

3º set

Se o Brasil dominou o set anterior, o terceiro foi todo da seleção europeia. O ponteiro Ivovic, novo jogador do Funvic/Taubaté, foi o principal atacante no set e um dos responsáveis pela Sérvia ficar à frente durante toda a parcial (10×15). O ataque sérvio teve um ótimo aproveitamento, foram 17 pontos, enquanto os brasileiros marcaram apenas oito. O técnico Renan fez a inversão de 5-1, tentando modificar sua equipe e reagir, mas não foi o suficiente. O adversário se impôs e venceu por 25×17, em 25 minutos.

4º set

Foi o início mais equilibrado da partida (4×4). Os times iam se revezando na liderança do marcador e ninguém conseguia se desgarrar. Na volta do tempo técnico, Maurício Souza conseguiu um ponto direto de saque e os brasileiros abriram vantagem mínima (17×15). A Sérvia foi buscar a desvantagem e deixou tudo igual (20×20), porém, Bruno voltou a comandar o time brasileiro e, no bloqueio simples, recolocou a equipe sul-americana à frente do placar (22×20). O oposto Wallace chamou a responsabilidade do para si e, com um ace e um ataque indefensável, deu números finais ao set (25×23), em 30 minutos, e ao jogo: 3 sets a 1.

EQUIPES:

Brasil: Bruno, Lucarelli, Lucas, Wallace, Maurício Borges e Maurício Souza. Líbero: Thales

Entraram: Tiago Brendle, Renan, Evandro e Rapha

Técnico: Renan dal Zotto

Sérvia: Jovovic, Ivovic, Lisinac, Luburic, Kovacevic e Podrascanin. Líbero: Majstorovic

Entraram: Kátic, Kujundzic, Buculjevic e Blagojevic

Técnico: Nikola Grbic

 

[Foto: FIVB]

[Liga Mundial] Brasil vence Canadá de virada e conquista a terceira vitória na competição

Nesta sexta-feira (9), na primeira partida do segundo final de semana da Liga Mundial, a seleção brasileira conquistou, de virada, uma vitória por 3 sets a 1 diante do Canadá, parciais de (23 x 25, 25 x 20, 25 x 22 e 25 x 23), em partida disputada em Varna, na Bulgária. Mesmo com desfalque de Evandro, jogador que foi o maior pontuador nas três primeiras partidas do Brasil, poupado por dores na panturrilha, a seleção demonstrou poder de reação e segue se ajustando e ganhando confiança para a Fase Final, já que por ser sede, já está classificado.

 Renan Buiatti, oposto canhoto de 2,17m, teve a oportunidade de começar jogando e aproveitou a oportunidade, o atleta foi o maior pontuador brasileiro, com 19 acertos, sendo 16 de ataque, dois de bloqueio e um de ataque. O jogador falou sobre sua atuação:

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-Renan teve um início irregular, mas depois se ajustou e foi o maior pontuador brasileiro do jogo. [ Foto: FIVB]

“Foi muito bom conseguir essa vitória na minha primeira partida como titular. Foi difícil para mim. Acho que há uns três meses que eu não começava jogando, desde que saí da Superliga, e é diferente de estar só treinando. Comecei meio devagar, mas depois, do meio para frente, o meu jogo fluiu melhor e consegui ajudar mais a seleção, que é o meu principal objetivo. O mais importante é sempre a vitória do Brasil”,

Foi a terceira vitória dos brasileiros em quatro jogos disputados. A única derrota foi na estreia diante da Polônia, seleção que será adversária dos últimos campeões olímpicos neste sábado (10). A partida será às 10h40 (horário de Brasília) e terá transmissão do Sportv.

Seleções:

Canadá: Walsh, Perrin, Barnes, Hoag, Vigrass, Vandoorn e Bann

Entraram:  Derocco, Sanders, Evans, Van Berkel e Marshall

Técnico:   Stéphane Antiga

Brasil: Bruno, Renan, Maurício Souza, Lucão, Lucarelli, Douglas Souza e Thales

Entraram: Tiago Brendle, Maurício Borges, Éder,Murilo Radke e  Otávio

Técnico: Renan Dal Zotto

 

 

[Fotos: FIVB ; com informações da CBV]